quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

A Eliminação Corinthiana

O Corinthiano ainda tenta achar o adjetivo que se encaixe para descrever o futebol de sua equipe: Pífio, fraco, sem graça, sem vontade, patético...são muitos e são todos plausíveis.

No resumo geral dos dois jogos, o Corinthians não tentou e ameçou muito pouco um adversário notoriamente mais fraco. Pressionou no final do primeiro jogo e no começo do segundo tempo no jogo de volta, mas foi só e foi pouco.

Pouco porque a torcida tinha noção da importância do jogo, daquele campeonato. E a torcida não foi correspondida.
Não foi correspondida a partir do momento em que o time passa a não jogar, a bola não chega, tudo dá errado, o banco de reservas é péssimo, e o técnico é mais ainda.
Mas a torcida não foi correspondida principalmente quando a diretoria decidiu colocar à venda ingressos na casa dos 3 dígitos, para se ver em campo: Edno, Castán, Marcelo Oliveira, Paulinho...

Sr. Andrés, era jogo do Corinthians, não o show do U2. Se a camada popular é quem inflama a arquibancada, então os leve para o jogo. Que sirva de lição. Pro próximo mandatário.

E como toda grande eliminação procuram culpados. Eles existem? Sim. São todos.

Ronaldo, já não corre, não emagrece e vive de lampejos. Tá fazendo bem o papel de ex-jogador em atividade. Roberto Carlos deu o "migué" do ano. Ramírez foi expulso, mas talvez aquele tenha sido o único esboço de raça da equipe durante o jogo, ainda que de maneira errada. Até jogaderes bons, como Jucilei e Ralf foram mal. Todos foram. Tite, ainda que tenha um banco escasso, montou e trocou mal o time. Andrés achou que seu time já estava garantido na competição.

Agora é bola pra frente, Domingo é dia de clássico contra o Palmeiras, o líder do Paulista, que nem é tão bom assim, mas é melhor que o Tolima. O jeito é juntar os cacos, e rápido pois só sobrou o Paulista e o Brasileirão.

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